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desenvolvimento
Vimos nosso país encolher em 2003, e justamente em
um ano em que muitos brasileiros depositaram muita esperança
e expectativa. Não só o país encolheu
economicamente, mas o poder aquisitivo da sociedade como
um todo diminuiu muito. Muitas empresas passaram a enfrentar
sérias dificuldades ao mesmo tempo em que o governo
mais uma vez fez crescer os tributos e a arrecadação.
Conhecemos muito bem as potencialidades da nossa nação,
as riquezas naturais, nosso solo, nosso patrimônio
hídrico que se torna cada vez mais estratégico,
o povo reconhecidamente esforçado e empreendedor,
entre uma gama imensa de virtudes que poderíamos ainda
citar. No entanto mesmo com todos estes fatores, nosso país
parece nunca encontrar o caminho para o desenvolvimento econômico
e social.
Por isso continuamos a ser o país do futuro, uma promessa
que nunca se realiza.
Onde estamos errando?
Bem, enquanto tivermos uma carga tributária que tolhe
o poder de re-investimento das empresas e da sociedade em
geral, uma taxa de juros que torna os empréstimos
inviáveis e uma máquina estatal inchada não
encontraremos nunca este caminho.
Empreender no Brasil é uma atividade de altíssimo
risco, somos um país em que as regras do jogo estão
sempre mudando e acabam com qualquer previsibilidade que é um
fator decisivo para o planejamento das empresas. Importante
ressaltar que sem empreendedores não há geração
de riqueza e portanto não pode haver crescimento.
Boa leitura.
Luiz Eduardo Fração
Presidente IEE

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