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O
que se entende por desenvolvimento
No primeiro painel, a ministra da economia da Nova Zelândia
de 1990 a 1993, Ruth Richardson, destacou as reformas que
levaram o seu país a ganhar o reconhecimento da Organisation
for Economic Co-operation and Development (OECD) como desenvolvido,
graças ao crescimento econômico atingido e pela
redução da taxa de desemprego atingidas após
as reformas que realizou enquanto estava no governo. Entre
elas, a criação de um Banco Central independente,
a desregulamentação dos contratos de trabalho,
a livre flutuação do câmbio e a redução
do Estado, com a saída de metade do quadro do funcionalismo
público.
O filósofo Denis Rosenfield fechou o primeiro painel
com a defesa de uma mudança na mentalidade do brasileiro,
definindo o desenvolvimento como “a livre vazão
de energias individuais”, caracterizadas pela criatividade
e pelo trabalho. A ética, para ele, parte do indivíduo
e não de organizações partidárias. “O
Waldomiro Gate demonstra que nenhum partido tem monopólio
da moralidade. Isso é algo que pertence à opinião
pública”, afirmou. Além disso, a falta
de instituições sólidas, voltadas para
o futuro, não permite, segundo Rosenfield, condições
para o desenvolvimento.
Por: Enfato Comunicação Empresarial

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