Edição Nº  84 | 23 agosto, 2010    
 
 
 
Caros leitores,

É com preocupação e desconfiança que devemos encarar a crescente tendência das autoridades estatais para criar regras e aumentar a regulação de condutas humanas e acordos interpessoais. A intervenção por parte do Estado na liberdade individual e nas relações das pessoas demonstra uma crescente voracidade para modificar comportamentos, a fim de evitá-los, alterá-los ou fomentá-los, com base unicamente na conveniência momentânea de um governo. Apenas para trazer exemplos concretos, podemos citar a proibição do home schooling (direito de os pais educarem seus filhos em casa) e a intenção de proibir os pais de punirem seus filhos com castigos físicos. São claras demonstrações de que o governo está presente inclusive dentro de nossas próprias casas, modelando a forma como pais educam seus próprios filhos e tentando nela interferir.

Afinal, até quando toleraremos o avanço estatal e a constante intervenção em nossas relações pessoais, decisões e escolhas? Foi com base nesse questionamento que preparamos a publicação que ora chega até você.

Desejamos a todos uma boa leitura!

Felipe Quintana
Presidente


Felipe Quintana
Presidente do Instituto de Estudos Empresariais (IEE)
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